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		<title>A web do momento : arte cultura vida</title>
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		<outline type="rss" title="Proibido Nadar!!!" text="" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Proibido-Nadar-b1-p55008.htm" />
		<outline type="rss" title="A cara do «Admin»" text="Aproveito para dizer a todos que queiram criar o seu próprio blog, basta ir ao fim da página e clicar em &quot;criar um blog&quot;. " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/A-cara-do-Admin-b1-p55007.htm" />
		<outline type="rss" title="Em Angola (?)..." text="" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Em-Angola-b1-p55006.htm" />
		<outline type="rss" title="Mixtape cara Podre" text=" preparem as moedas...(500kz) façam já as vossas reservas!A imagem já diz tudo... sem muito comentário e pra dizer que a cena é pesada, deixo-vos uma palinha do que será: http://www.4shared.com/file/94970914/3e72fe42/De_Dox_amigo__Dox_amado__mixtape_cara_podre__-_Dox.htmlhttp://www.4shared.com/file/94967337/386d59a5/O_que_me_deixa__fodido_-_G-mo_pt_Dox__mixtape_cara_podre_.html?err=no-sess" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Mixtape-cara-Podre-b1-p55005.htm" />
		<outline type="rss" title="Luanda" text="As vezes não compreendo a decisão de muitos, mas cada um tem a sua razão. Digo isso citando o exemplo de um kamba que trocou o calor de Luanda ao ambiente da lunda, não sei que lunda é, porque ele também não sabe, só sabe que estava na lunda, nunca teve interesse em saber, segundo alguns amigos.Fiquei um pouco desapontado por ter um amigo longe da banda, mas hoje reconheço que a viagem fez bem a ele, tornou mais consciente e maduro, já que contituio familha lá, mas de vez em quanto passa uns tempos cá. Esta vez em que ele está cá, as mudanças começara a fazer a diferença. Ele sempre tchilou com os bradas e tudo mais, mas hoje ao chegar em Luanda as grandes novidades que ele ouve são: «esse domingo então temos uma sentada! prepara 500kz» «próximo mês tem rav!» «em Maio então vamos dar uma festa! &#8211; tudo que lhe remete a álcool, e ainda ouve dos kambas, um deles com mulher e filho mas sem trabalho: « eu então xtou a beber muito! Tá a pensar mais é de beber e cair na tua porta&#8230; xtou a beber xtou avançar» e outro: «eu agora só xtou a beber vinho, birra já não&#8230;» como se fosse boa coisa! E outra noticia que ele encontra é: «teu kamba aleijou o irmão dele na cabeça por discutirem quem ia dormir no carro naquela noite!» «um kamba quis bater o outro e resto lhe agradiram». e quanto mais via e ouvia as cenas mas ele pensava em voltar &#8220;pra casa&#8221;. E ainda tem mais sábado ao voltarem de Viana, um deles foi agredido por um grupo no táxi por se desentenderem na viagem de carro com outro passageiro!  Vendo bem tem mbora razão dele!!!         " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Luanda-b1-p55004.htm" />
		<outline type="rss" title="Filmagens para a eternidade" text="" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Filmagens-para-a-eternidade-b1-p54995.htm" />
		<outline type="rss" title="Yannick Ngombo ou &quot;Afroman&quot;" text="É o músico do momento. Dos musseques (bairros pobres e periféricos) aos bairros de moradias caras de Luanda, ouve-se: &quot;Tás a ser assaltado ou agredido/só ficam a te olhar/ninguém vai te acudir.&quot; A receptividade que &quot;Mentalidade&quot; teve ao esgotar em horas uma edição de 15 mil cópias, e com outra obra prestes a chegar ao mercado, é, explicou o músico à Agência Lusa, um &quot;sinal&quot; de que o esboroar dos &quot;princípios elementares&quot; da vida em sociedade &quot;começa a cansar toda a gente&quot;.&quot;O carro do outro avariou em plena estrada/ em vez de te ajudar tá a buzinar&quot;, canta &quot;Afroman&quot;, para sublinhar que, &quot;ao contrário de antigamente&quot;, o &quot;mwangolé&quot;, termo que designa angolano, &quot;já não é solidário&quot;.Mas &quot;Afroman&quot; vai mais longe: &quot;Hoje, se o vizinho tá doente/ não adianta perguntar/ e dizer tem o quê? Não vai dizer a verdade/ e no coração vai dizer “seu fofoqueiro”&quot;.&quot;Este disco é o nosso quotidiano. O país está a crescer mas notamos a ausência do civismo e da ética e são esses apelos que fazemos. Criticamos o que está mal, elogiamos o que está bem. É preciso mudar a mentalidade&quot;, defendeu o rapper angolano, o protagonista da banda Afromen.Apesar de as 17 faixas de &quot;Mentalidade&quot;, trabalho lançado no final de 2008, serem, quase sem excepção, agulhas enfiadas na carne da sociedade angolana,descrevendo sem rodeios os seus &quot;vícios&quot; e a &quot;falta de consciência social&quot;, Yannick Ngombo foi convidado para actuar na cerimónia de Ano Novo realizada no Palácio da Cidade Alta a convite do Presidente José Eduardo dos Santos.O músico entendeu este convite, apesar de ter ficado surpreendido, com o facto de os problemas que retrata na sua música estarem a gerar &quot;cada vez mais inquietação&quot;, mesmo nos círculos do poder &quot;e ao mais alto nível&quot;.Yannick Ngombo afirmou que é importante para o &quot;mwangolé&quot; possuir carros caros, casas luxuosas&quot;, mas referiu &quot;a falta de escrúpulos de quem deve dinheiro e não paga, do alcoolismo, das exorbitantes quantias pagas para arrendar casas em Luanda, de como não se ajuda quem precisa, do trânsito caótico da cidade...&quot;O rapper descreveu à Lusa que já ouviu pessoas na rua, confrontadas com alguns dos problemas evocados na sua música, a dizer: &quot;Tens de ouvir o que diz o Yannick, pá! Muda a mentalidade, pá!.&quot;&quot;Quanto mais pobre mais solidário&quot;, considerou &quot;Afroman&quot;. &quot;Hoje estamos a viver uma época de materialismo e as pessoas afastam-se uma das outras cada vez mais, vê-se na rua uma pessoa a ser assaltada e passa-se ao lado&quot;, prosseguiu. &quot;Neste disco faço apelo ao resgate dos bons costumes que se perderam para que possamos criar uma Angola nova&quot;, apontou.&quot;Afroman&quot; já tem mais de 10 anos como músico, viajou pelo mundo e regressou em 1995 a Angola. Além de ter batido todos os recordes de cópias vendidas no momento, o lançamento de &quot;Mentalidade&quot;, em Luanda, gerou uma grande confusão que levou a polícia a deslocar para o local dezenas de agentes, cães e até um helicóptero." xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Yannick-Ngombo-ou-Afroman-b1-p55002.htm" />
		<outline type="rss" title="Novos estádios custarão usd 600 milhões" text="Os quatro estádios que receberão a Copa Africana de Nações, que será disputada em Angola em janeiro de 2010, vão custar US$ 600 milhões (R$ 1,38 bilhão no câmbio atual) ao Estado. O valor do investimento foi divulgado pelo diretor-executivo do comitê organizador do torneio, António Mangueira. Os quatro estádios já se encontram em fase de construção, estando prevista a sua conclusão para novembro ou dezembro deste ano. O diretor-executivo do torneio informou ainda que a garantia e a manutenção das infra-estruturas esportivas estará a cargo da empresa chinesa Shangai Urban Construction Group Corporation (SUCGC). O mais importante dos quatro estádios, localizado em Luanda, em construção no município do Kilamba Kiaxi, ainda segundo Mangueira, será inaugurado em 11 de Novembro, que é a data da independência de Angola, concretizada em 1975. Antes do início da 37ª edição da Copa Africana, o Estádio de Luanda poderá ser inaugurado com a realização da final da Copa de Angola ou um amistoso da seleção angolana. O Estádio de Luanda, que já tem cerca de 50% da estrutura montada, concentra mais de 800 operários, dois quais aproximadamente 250 angolanos e os demais chineses. A obra terá uma cobertura estilizada dos chifres da palanca negra, uma espécie de antílope que simboliza a seleção nacional angolana. O estádio terá capacidade para 50 mil torcedores. " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Novos-estadios-custarao-usd-600-milhoes-b1-p55001.htm" />
		<outline type="rss" title="Tratado de Simulambuco tem 124 anos" text=" O Tratado de Simulambuco foi assinado há 124 anos por representantes da coroa portuguesa e «Príncipes e Governadores de Cabinda». Defendido e contestado este tratado tornou-se na Magna Carta do nacionalismo cabindês. A necessidade de firmar o Tratado de Simulambuco nasce em plena crise da Bacia do Congo, quando a voracidade do rei dos belgas, Leopoldo II, destabilizou as regras colonialistas dos estados já presentes nesta região, levando a Alemanha a «convidar» todas as potências interessadas na «partilha de África» a argumentarem em Berlim as suas supostas legitimidades territoriais e estabelecerem as fronteiras no continente africano sem terem em consideração as suas especificidades pré coloniais.As potências europeias começam assim uma corrida desenfreada pelos Tratados onde argumentavam através de um documento que o seu estabelecimento em África era defendido pelas «populações autóctones», dando um carácter supostamente filantrópico à implantação colonial. A 10 de Setembro de 1880 é assinado o Tratado Brazza-Makoko que colocava uma parte da bacia do Congo sob protectorado francês. Nesse tratado, Makoko cede à França o seu território, assim como os seus direitos hereditários de supremacia, e solicita que seja içada nas suas terras a bandeira tricolor.Nos anos que se seguem são assinados centenas de tratados idênticos ao Tratado de Brazza-Makoko. Stanley, rival de Brazza, e os seus colaboradores, entre 1880 e 1885 assinam entre 400 e 500 tratados em nome do monarca belga ou das suas associações. Também, a britânica Royal Níger Company assinou com os chefes africanos 389 tratados no espaço de oito anos noutras regiões do continente.Portugal não foge a esta saga, após os Tratados Chinfuma e Chincamba, a 01 de Fevereiro de 1885, o Capitão tenente da Corveta «Rainha de Portugal», Guilherme Augusto de Brito Capelo, Delegado do Governo Português na celebração do Tratado de Chinfuma, celebra em Simulambuco um Tratado com os «Príncipes e Governadores de Cabinda», que, tal como os precedentes tratados assumiria o nome do local onde tivera lugar a assinatura do mesmo, Tratado de Simulambuco. Este terceiro e último tratado acabará por se transformar na Magna carta do nacionalismo cabinda.Com base neste Tratado os cabindas ainda lembram hoje a Portugal os deveres patentes no documento: «Portugal reconhece e confirmará todos os chefes que forem reconhecidos pelos povos segundo as suas leis e usos, prometendo-lhes auxílio e protecção» (Artigo 2/o); «Portugal obriga-se a fazer manter a integridade dos territórios colocados sob o seu protectorado» (Artigo 3/o); «Portugal respeitará e fará respeitar os usos e costumes do país» (Artigo 9/o).Em 1954, o Governo Português erige um Monumento no local de Simulambuco (foto) em memória do Tratado e em 2003, no centro cultural de Chiloango, o Primeiro de Fevereiro, data da assinatura do tratado, é proclamado como o Dia da Identidade Cabinda.É também com base no Tratado de Simulambuco que os nacionalistas cabindas defendem que Portugal incluiu Cabinda, separadamente de Angola, na redacção da sua Constituição a qual permaneceu em vigor até ao golpe de Estado do 25 de Abril de 1974. No entanto, a menção a Cabinda, como uma das possessões portuguesas na África Ocidental, na Constituição Portuguesa remonta a períodos anteriores à celebração dos tratados de Chinfuma, Chincamba e Simulambuco. Conclui-se, assim, que Cabinda já era considerada por Portugal como uma das suas possessões coloniais antes das celebrações dos tratados, e pode ser interpretado que os tratados tiveram principalmente um valor burocrático de legitimação internacional posterior à possessão de facto, mas que viria a ser a base nos acordos bilaterais na definição das suas fronteiras. " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Tratado-de-Simulambuco-tem-124-anos-b1-p55000.htm" />
		<outline type="rss" title="Orçamento de Estado" text="Angola e São Tomé e Príncipe pertencem ao grupo dos dez países com Orçamentos de Estado menos transparentes, figurando respectivamente no 76º e último lugares no Índice do Orçamento Aberto 2008, entre os 85 países analisados. O relatório disponível no sítio da Parceria Internacional do Orçamento (IBP, do inglês International Budget Partnership), sob a sigla &quot;Orçamentos Abertos Transformam Vidas&quot;, abrange apenas três países lusófonos, sendo o terceiro o Brasil, que detém um honroso oitavo lugar, por fornecer &quot;informação significativa à população sobre o orçamento do Governo Federal e as actividades financeiras no decorrer do ano fiscal&quot;.A pesquisa, que se baseia em dados recolhidos até 28 de Setembro de 2007, destaca que &quot;80 por cento dos governos do mundo não fornecem informações adequadas à população para prestar contas de como administram o seu dinheiro&quot;.Por outro lado, adianta que metade dos 85 países analisados, &quot;dão informações tão reduzidas que permitem esconder gastos impopulares, perdulários e corruptos&quot; e só cinco países fornecem informações abrangentes&quot; sobre os orçamentos de Estado.Nos países com orçamentos mais transparentes - Reino Unido, África do Sul, França Nova Zelândia e Estados Unidos da América - &quot;todos os cidadãos podem ter acesso às informações sobre quanto é destinado aos diferentes tipos de gastos, quais as receitas arrecadadas e como são utilizadas as ajudas internacionais e outros recursos públicos&quot;, refere o estudo.No relatório sobre Angola, os principais problemas apontados são a não disponibilização da proposta de orçamento à população (em 2008 a informação foi pela primeira vez colocada no sítio do Ministério das Finanças) e a dificuldade de acesso aos gastos, receitas e empréstimos durante o ano fiscal.&quot;Permanece limitado o acesso às informações orçamentais (...) particularmente informações sobre receitas do petróleo, que são uma parte significativa do orçamento de Angola&quot;, destaca o relatório, que aponta também limitações à independência da Instituição Suprema de Auditoria do país, já que o respectivo chefe pode ser demitido pelo executivo. Relativamente a São Tomé e Príncipe, a falta de transparência é maior, uma vez que o proposta não é disponibilizada à população antes da aprovação no parlamento, não é publicado um relatório final do ano fiscal e o Governo não torna público o relatório de auditoria, nem fornece informação sobre se as recomendações deste documento foram aplicadas com êxito.De acordo com o director do IBP, Warren Krafchik, os resultados da pesquisa, a segunda divulgada pela instituição desde 2006, apontam que a transparência orçamental está a ganhar força, dando cumprimento ao objectivo de promover o acesso público às informações orçamentais, porque isso &quot;leva a melhorias concretas na vida das pessoas&quot;.Nos 59 países em que o estudo foi repetido, houve uma ligeira melhoria em alguns deles, lê-se no relatório de 2008, atribuídas a mudanças nas políticas governamentais, que podem traduzir-se apenas na divulgação de informações já produzidas.&quot;O acesso à informação pode ser facilmente melhorado com custo mínimo e em relativamente pouco tempo&quot;, refere Krafchik, adiantando que uma grande quantidade de informações já é produzida em alguns países e pode ser colocada na página electrónica do governo&quot; para consulta.O director do IBP afirma ainda que nos países em que o acesso da população à Internet é limitado, as informações podem ser publicadas em jornais e revistas ou transmitidas através da rádio ou da televisão.O Índice do Orçamento Aberto é baseado no cálculo da média das respostas das 91 perguntas que avaliam o acesso público a informações orçamentais. A pesquisa é composta de 123 perguntas que cobrem as quatro fases do orçamento - elaboração, aprovação no parlamento, aplicação e auditoria.As 32 restantes perguntas incluem informações sobre oportunidades para a participação pública no processo orçamental, supervisão do parlamento e auditoria independente.NV.Lusa/Fim" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Orcamento-de-Estado-b1-p54999.htm" />
		<outline type="rss" title="novo Eldorado para a saída da crise" text="São já mais de 80 mil os portugueses emigrados em Angola. Aquele país africano é visto como o novo Eldorado para trabalhadores e empresários portugueses. Dois voos diários são já insuficientes. Porto, 4 de Fevereiro, 10 horas. Ana Rodrigues, 49 anos, impacienta-se frente ao balcão da Consulta do Viajante. Há mais de um mês que tem marcada a consulta médica indispensável para obter o visto que, em breve, lhe vai permitir ir trabalhar para Angola. Mas tem de aguentar. Os centros de saúde apenas com muita dificuldade conseguem dar vazão a tantos pedidos de vacinação. Ana, administrativa no Marco de Canaveses, reconforta-se com um pensamento: em breve, vai viver num clima quente, como gosta, e passar a auferir 2300 euros mensais contra os miseráveis 750 que tem levado para casa. Porto, Hotel Sheraton, 5 de Fevereiro, 10 horas. Centenas de empresários nortenhos enchem um vasto salão para ouvirem falar sobre as relações económicas entre Portugal e Angola. Para gáudio da assistência, uma instituição bancária acena-lhes com possibilidades de crédito para a internacionalização das empresas. Na mesa, um perito aguça-lhes o apetite com números: as exportações para Angola cresceram mais de 30% só nos primeiros 10 meses do ano passado. Contudo, alguém alerta: &quot;Angola não é uma nova árvore das patacas. É um mercado exigente, que requer muito trabalho e qualidade&quot;. Ana Rodrigues e as centenas de empresários que, no Porto, sonham com Angola representam a esperança com que muitos milhares de portugueses de Norte a Sul do país olham a ex-colónia portuguesa. O desemprego e a falta de oportunidades parecem estar a encontrar respostas naquele país africano, onde a árdua tarefa de reconstrução nacional exige braços esforçados e grandes investimentos. Os dois voos diários para Luanda - operados pela TAP e TAAG - são já insuficientes para tamanha debandada. Isabel Palma, do Gabinete de Comunicação da TAP, confirmou ao JN que, no ano passado, a companhia tranasportou mais de 156 mil passageiros na rota Lisboa-Luanda-Lisboa. Ou seja, um aumento de 13% face a 2007. O objectivo da companhia é o aumento do número de voos semanais de forma a dar resposta à elevada procura. Também na TAAG, Agnela Wilper confirmou ao JN a intensa procura que tem sido registada nos voos entre Lisboa e Luanda. E como para a obtenção do visto de entrada em Angola é obrigatória uma vacinação prévia, as consultas do viajante de todo o país estão a ter grande dificuldade em dar vazão a tantos pedidos. Delfina Antunes, directora do Departamento de Saúde Pública do Norte, confirmou ao JN que dos 13500 utentes atendidos em 2008 nos cinco centros da região com consulta de viajante (três no Porto, um em Braga e um em Viana do Castelo), 9500 tinham como destino o continente africano. Destes, 70% rumavam a Angola. Para aumentar a rapidez de atendimento - no momento, a marcação de uma consulta pode demorar cerca de um mês - serão abertos mais dois centros de saúde em Bragança e Vila Real, além de alargados os períodos de funcionamento e instalado um programa informático de gestão integrada de marcação de consultas. Rui Encarnação, responsável pelo portal Netempregos, revelou ao JN que tem tido cerca de 150 ofertas de emprego por mês para Angola. &quot;Em média, para cada oferta de emprego, recebemos cerca de 450 candidaturas&quot;, realçou. E o futuro trará ainda mais oportunidades aos portugueses, como afirmou ao JN Basílio Horta, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.                                                           fonte: JN " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/novo-Eldorado-para-a-saida-da-crise-b1-p54998.htm" />
		<outline type="rss" title="Quem manda no teu block?" text="" xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Quem-manda-no-teu-block-b1-p54996.htm" />
		<outline type="rss" title="Angola pede a Obama que levante embargo a Cuba" text="O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, pediu a seu colega dos Estados Unidos, Barack Obama, que levante o embargo a Cuba, em um jantar oferecido ontem à noite em Luanda ao governante do país caribenho, Raúl Castro. &quot;Espero sinceramente que o novo presidente dos Estados Unidos, que é muito sensível aos assuntos humanitários, ordene revogar o embargo econômico contra Cuba&quot;, disse Dos Santos em discurso divulgado hoje pela agência angolana &quot;Angop&quot;. &quot;Não faz sentido que se mantenha um bloqueio contra Cuba que já tem meio século e que condiciona a vida de milhões de seres humanos e constitui uma violação flagrante dos direitos humanos&quot;, acrescentou. Dos Santos se referiu à aliança histórica entre Cuba e Angola, desde a independência do país africano de Portugal em 1975, e agradeceu o enviou por parte de Havana de contingentes de tropas para apoiar o Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), liderado por Agostinho Neto e que ainda governa em Luanda. Castro disse a Dos Santos que a relação histórica entre Cuba e Angola é indestrutível e garantiu que seu país manterá sua contribuição à reconstrução econômica de Angola, com especialistas de diferentes áreas. " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Angola-pede-a-Obama-que-levante-embargo-a-Cuba-b1-p54997.htm" />
		<outline type="rss" title="Palanca negra em perigo" text="Ninguém sabe ao certo quantas palancas negras gigantes existem em Angola. Desde sempre que as estimativas sobre a sua população foram difíceis. Em 1959, no livro “Medidas para a protecção da palanca negra gigante de Angola”, Fernando Frade falava em cerca de 500 e alertava: “As observações directas a que procedi em 1956 e 1958 não permitem dúvidas acerca do estado de decadência da população de palanca negra gigante”. Em 1972, um outro investigador, João Augusto da Silva, citava as várias tentativas de contagem realizadas anteriormente para concluir: “Tão variadas e contraditórias estimativas provam que ninguém sabe quantas palancas existem porque ...porque ninguém as contou”.Sendi Baptista é uma bióloga angolana que se tem dedicado à conservação destes animais endémicos de Angola. Em Dezembro passado, defendeu a tese de mestrado na Universidade de Lisboa sobre este tema e sabe que as palancas são agora poucas. Muito poucas. “No Parque Nacional da Cangandala (PNC) serão cerca de 10 animais, e na Reserva Integral do Luando (RIL) esperamos que existam aqui cerca de 100 a 150 animais, dada a maior área dessa reserva.” Sendi diz “esperamos” porque “a estimativa para a RIL é um pouco mais grosseira devido a dispormos de menos dados”.A palanca negra gigante está protegida desde 1933 quando, em Londres, se assinou a Convenção para a Protecção da Flora e Fauna Africana. Desde há muitos anos que a sua população tem vindo a diminuir e diversos investigadores têm proposto medidas para a sua conservação. Grande parte dos apelos caíram em saco roto. Entre esses investigadores estiveram João Augusto Silva e Crawford Cabral que propuseram a transferência de alguns animais para outras zonas de Angola, de forma a permitir a sua sobrevivência.“Entre 1975 e 2002, Angola esteve em guerra, tendo sido afectado quase todo o território nacional, incluindo as áreas de conservação. Durante esse período, houve apenas rumores de terem sido avistadas palancas negras gigantes”, escreve Sendi Baptista na sua tese. “Até muito recentemente, as últimas observações confirmadas foram as realizadas em 1982 por Richard Estes no Parque Nacional da Cangandala.”Em Setembro de 2003, a Universidade Católica de Angola, com o apoio do Governo angolano, de empresas e organizações sem fins lucrativos, iniciou o Projecto de Conservação da Palanca Negra Gigante, no qual trabalha agora Sendi Baptista. Câmaras ocultas, accionadas por infra-vermelhos, colocadas por investigadores deste projecto junto a morros de térmitas conseguiram, em 2005, o que ninguém conseguia há mais de 20 anos: fotografar uma manada de palancas negras gigantes, enquanto de se alimentavam de solo. “Desde essa altura, novas fotografias da manada são obtidas regularmente todos os meses”, disse ao PÚBLICO Sendi Baptista. “A situação poderá ser considerada controlada mas ainda assim muito preocupante devido ao reduzido número de animais.”O hábito das palancas negras de ingestão de solo é precisamente o tema da tese de Sendi Baptista. As palancas não são os únicos animais a comer terra e as hipóteses defendidas pelos investigadores para este comportamento são essencialmente duas: suplemento nutricional ou desintoxicação. A tese de Sendi Baptista enquadra-se mais na primeira hipótese e defende que as palancas negras gigantes consomem solo como suplemento nutricional, preferindo áreas com grande concentração de sal. Estas salinas, conclui Sendi Baptista, “são essenciais para a distribuição da palanca negra gigante”.Actualmente, Sendi Baptista já regressou a Angola e continua envolvida no projecto de conservação da palanca negra gigante. Acredita que é possível salvar a espécie, mas reconhece que é uma tarefa muito difícil. “Os números no PNC são realmente muito baixos e contando só com essa população, a conservação desta subespécie seria bastante difícil”, diz. “Pensamos que o futuro está na RIL, que sempre foi a área com maior número de animais, onde os números serão ainda suficientes para manter a variabilidade genética. O futuro da população da Cangandala deverá passar pela introdução de animais provenientes da RIL.”Sobre as propostas feitas há alguns anos de reintrodução da palanca negra gigante em algumas zonas de Angola que não contêm estes animais, Sendi Baptista é cautelosa: “Nunca houve estas trasladações e achamos que este não seria o momento apropriado para o fazer. É importante concentrarmo-nos nas áreas onde a palanca existe e conservar a partir daí”.A palanca negra gigante enfrenta inúmeros desafios à sua sobrevivência, entre os quais os caçadores furtivos. Às primeiras imagens de 2005, seguiram-se diversas observações de manadas em estado selvagem. Pedro Vaz Pinto, coordenador do projecto de conservação, e Sendi Baptista já viram os animais ao vivo, mas sabem que a sua observação e monitorização não basta para os salvar da extinção. Uma das ameaças mais recentes é a hibridação com a palanca vermelha, espécie que ocorre na mesma área, reflexo dos números muito reduzidos da população. A própria organização da espécie, com manadas constituídas essencialmente por fêmeas e crias, pode propiciar o contacto com machos desta espécie. “Há mais de um ano que não vemos machos adultos de palanca negra gigante e toda esta situação preocupa-nos muito”, diz Sendi Baptista." xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Palanca-negra-em-perigo-b1-p54994.htm" />
		<outline type="rss" title="Novo disco de Yuri da Cunha" text="O cantor Yuri da Cunha lança no próximo domingo,no largo da LAC, o seu terceiro álbum, intitulado “Kuma Kua Kié”. Com 13 faixas, o disco foi produzido em Luanda, nos estúdios Kriativa, em Lisboa, na Cervantes Estúdios, e em Paris, pelo técnico gaulês Cedric Louis. O CD “Kuma Kua Kié” apresenta os estilos Semba, Kizomba, Zouk, Kilapanga, Kazucuta, Balada e Kintuene, ritmo oriundo de Cabinda. Na parte vocal, Yuri da Cunha conta apenas com a participação do já falecido cantor Man Ré. Para a concepção musical o autor convidou os produtores Carlitos Chiemba, Hélio Cruz, Lito Graça, Heavy C e Pedrito Pichu. A obra, editada no Reino de Espanha, conta ainda com a participação dos músicos Lulas da Paixão, Paulo Flores e Kenny Base, na composição de algumas letras. Destacam-se no CD as faixas “PPP”, “Quero Saldo”, “Mwana Cabinda”, “20 anos”, “Krukutetas”, cantadas em português, kimbundo e fiote. À Angop, o também conhecido “show man” disse que o CD “Kuma Kua Kié”, que em português significa “amanheceu”, é o reconhecimento do desenvolvimento da música angolana, principalmente do semba, que tem ganho “muita notoriedade nos últimos tempos”. De acordo com o autor do sucesso “Tá Doer”, o engrandecimento da música nacional está ligado ao crescimento do país no domínio político, económico, social e cultural. “Este meu álbum é uma homenagem ao desenvolvimento da música nacional, com destaque para o semba, que contribui para que muitos jovens seguissem este estilo, ao mesmo tempo que serve para enaltecer o desenvolvimento multisectorial que o país está a registar nos últimos anos”, disse . Yuri da Cunha, que não revelou o número de cópias para esta primeira edição, frisou que este seu trabalho se distingue dos dois anteriores pela versatilidade de estilos e ritmos. “Neste álbum introduzi uma variedade rítmica e canto também no estilo kintuene, um ritmo da província de Cabinda, e apresento temas na língua fiote, que é uma novidade nos meus discos”, salienta o artista. Yuri da Cunha, que começou como cantor infantil, lançou o primeiro CD intitulado “É tudo Amor”, em 1999, e o segundo intitulado “Eu”, em 2005. Vencedor de vários troféus nacionais e internacionais, ganhou o prémio Rádio Luanda 2008, na categoria “Kianda do Sucesso”, pela quantidade de espectáculos realizados ao longo do ano e valorização da cultura nacional. " xmlUrl="http://netdox.criarumblog.com/A-web-do-momento-b1/Novo-disco-de-Yuri-da-Cunha-b1-p54993.htm" />
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